quinta-feira, 23 de maio de 2013

25; 50; 25; 50; 25; 50

o X disse num comentário que tombini chancelou 50 ontem
X, esse bc já disse e desdisse tantas vezes, é o bc do cavalo-de-pau, lembra? nao chancela nada, precisa a dona lá estar de acordo, rapaz
a razão ruido/sinal desse pessoal é a mais alta da história dos bcs desde 1500 (na época da presidência tupinambá) entao cuidado em ler a última fala grossa como determinante
claro, você pode acertar, mas se eu jogar uma moeda pro alto e apostar "cara" eu acerto com 1/2 de chance; quero apostar um almoço, X, lá na Suécia, que vem 25 de novo (temo que com recuo de alimentos venha 12,5)
lembrei daquele paper que lemos juntos, do Vickers, no qual o bc joga mixed strategies, voce lembra, lá nos EUA ? eu achei far-fetched na época....pas plus!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Aplicando o GT10 (treasury de 10 anos) a 2.03

Se chegar a 1.80 eu ganho, se for a 2.20 eu perco. Contra parte alguém?

Preço do vinho

Em cidades onde custo do aluguel é muito alto, como Londres, os supermercados são cheios de promoções do tipo: "leve muitos que eu te dou um puta desconto". Comprar mais sai, por unidade (kg, ml), mais barato porque o custo de armazenagem é bizarro.

Mas isso não parece explicar o puzzle do novo título gráfico desse blog. Note que não é apenas que o preço do ml do vinho da maior garrafa é menor; o total cobrado é menor! Aí não dá!

Foi só um erro de marcação, ou posicionamento. Não merecia sequer esse post.

Ruy is dead...

We will all miss you! You defended us against the heterodox scam unabashdly!

terça-feira, 21 de maio de 2013

SAMBA no seminário (wonkish)


Since FK is asleep, let me say something more about the Seminario de Metas do BC.
First, Silvio e Fabia gave a quick view of the new SAMBA, now with reserve requirements as an alternative monetary policy tool (actually, they call it macroprudential…). Interestingly, this happens even if the reserves yield Selic rates. Basic idea is to suppose banks have a cost which is proportional to the difference between the return on loans and the Selic. (This only makes sense if it is implicitly assumed banks are risk neutral, or if there is some form of transaction cost that makes banks prefer to stick to an optimal level of Gov’t bonds). Needless to say, I’m not particularly happy with their microfoundations. But I believe it is a useful addition to the original model.
Second, a gringo called Wolter, or something like that, discussed how to perform conditional forecasting in DSGE models. (You know, the typical question of how much would be inflation if the interest rate path is this or that.) The issue is if one should use “stochastic shocks” (keep the same Taylor rule and add a monetary shocks), or “deterministic shocks” (change the Taylor rule). In the second case, agents anticipate the monetary policy change and its effects get hugely magnified.
The gringo schmuck didn’t know which way was better (and neither did FK). I believe even though deterministic shocks make more theoretical sense, stochastic shocks are better, because people (in general) do not anticipate.
Something with this flavor is happening now in the US: Bernanke is kinda suggesting QE tapering would not be deterministic or monotonic. You know, when they start buying less treasuries and MBS, they may increase or reduce the pace depending on the state of the economy. By saying this, Bernanke hopes the economic agents will not react strongly, and Fed “great exit” maybe runs more smoothly.

domingo, 19 de maio de 2013

FK in "Big State" (page B.8) and overshooting (wonkish)

FK said to reporters the exchange rate will go to 2,80 before coming back to 2,40. Since he is in touch with Delfos, I will buy some greens.

He mentioned overshooting. What causes this strange phenomenon?

Sticky prices.

Govt increases M;

P does not move immediately but begins to rise slowly;

Due to the above M/P will decrease from t=0 levels; then interest  rates will rise all the way from extremely initial depressed levels until steady state.

The exchange rate has to appreciate during the trajectory; because interest is increasing, right?

But how to reconcile a more depreciated exchange rate in the new s.state with a dynamics in which the exchange rate appreciates until the new equilibtium??

OVERSHOOTING !

ps. when he was young, i taught FK this.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Laurencio Bola

Estou ainda preso no Rio, nao entendo porque nao da p decolar com neblina. Basta virar p esquerda que o avião nao pega no pão de açúcar...acho que vou com o Genta comer empadinha aquecida no microondas.
O Bola foi mesmo o highlight. Independência do BC é ruim. Se a inflação já está no topo da meta há muito tempo, e as expectativas já convergiram p isso, então é melhor deixar lá. Trazer p o centro da meta é muito custoso. Histerese no mercado de trabalho faz com que apertos monetários tenham custos perpétuos sobre a economia, que superam de longe os benefícios de inflação baixa. O Alex Ribeiro do Valor vai fazer a festa. Segunda vamos ler.
Sim, foi erro do BC. O José Julio trouxe o Bola p seminário na EPGE, o BC aproveitou e convidou p o seminário de metas. Vieram c uma história que o Ken Rogoff cancelou de surpresa, mas é mentira -- ele me disse. Deviam saber, o Bola já falava de impactos perpétuos de choques nominais há muito tempo. Na academia também podemos falar que a grande depressão foi choque negativo de produtividade. É um ótimo social ter acadêmicos levando hipóteses até suas últimas consequências. O chato é misturar isso com banco central, trazer imprensa e observadores de tomate p assistir, confusão desnecessária. Mas nada grave. Terça feira já vai ter sido esquecido.